
A ABEFI recebeu no dia 29 de setembro a visita da coordenadora do projeto de intercâmbio de pessoas jovens da Igreja Evangélica Luterana na Alemanha do Norte (Nordkirche), Claudia Hug. Além de acompanhar as duas pessoas jovens intercambistas da igreja junto à Ação Encontro e o Lar Padilha, a visita teve como objetivo a parceria que já ocorre há vários anos.
Pela manhã, juntamente com diretor geral da ABEFI, pastor Altemir Labes, Claudia acompanhou o trabalho realizado pelo intercambista Walter Seibert no Lar Padilha, em Taquara. Já à tarde, visitou a Ação Encontro, para acompanhar o trabalho da intercambista Fiona Hoppe.
A visita encerrou na sede da ABEFI, para alinhamentos e fortalecimento da parceria, que é realizada por meio da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) com a Igreja Evangélica Luterana na Alemanha do Norte. “Esses intercâmbios têm sido de grande importância para as pessoas jovens que vem realizar suas atividades voluntárias na Ação Encontro e no Lar Padilha. Há uma rica troca de conhecimentos e, ao mesmo tempo, se contribui com o crescimento pessoal e profissional das pessoas jovens intercambistas”, frisa Altemir Labes.
Intercambistas visitam a sede
Recentemente, as pessoas jovens intercambistas visitaram a sede da ABEFI, em Novo Hamburgo. Na oportunidade, foram apresentadas às direções das unidades, puderam conheceram mais da entidade e falaram um pouco de suas expectativas.
Walter Seibert vem da cidade de Werder (Havel), do estado de Brandemburgo. Já Fiona Hoppe vem da cidade e estado de Hamburgo. Eles chegaram à ABEFI em agosto de 2026 e permanecem até agosto de 2027 e realizam atividades voluntárias com os públicos atendidos pelas duas unidades.
Além deles, outras duas pessoas jovens da Alemanha realizam intercâmbio na ABEFI. Lydia Menescal, de Munique (Baviera), e Suea Nissen, de Berlim, também estão atuando no Lar Padilha e na Ação Encontro, respectivamente, por meio de parceria da IECLB com outras igrejas luteranas da Alemanha.
Dentre as expectativas estão conhecer novas pessoas, novas culturas, além de aprender uma nova língua por meio do voluntariado enquanto definem o seu futuro profissional após terem concluído o Ensino Médio. “O mais interessante de fazermos este voluntariado aqui é que aprendemos muito. As crianças têm muito mais a nos ensinar do que nós elas aprenderem conosco”, frisam.
Texto: Édson Luís Schaeffer/Comunicação ABEFI





